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UMA BOMBA DE HIDROGÊNIO NO PT

O gordinho fogueteiro da Coréia do Norte garante ter um arsenal com bombas de hidrogênio e ameaça lançá-las em qualquer parte do planeta, com especial atenção sobre os EUA. No Brasil, o potencial nuclear não está em silos militares, mas nas denúncias que começaram a abalar a classe política e dirigente da nação quando o então deputado Roberto Jefferson explodiu o mensalão, em 2005.

Desde lá, muitas bombas atômicas explodiram e destruíram biografias até então respeitadas e tidas como reservas morais da pátria amada. A cada bomba detonada, todos nós da imprensa dizíamos que “agora sim chegamos ao fundo do poço”. Que nada! As bombas explodiam com a Lava Jato e com as delações premiadas e lá estavam os batalhões de advogados dos ladrões do dinheiro público com seus recursos e seus “habeas corpus”, sempre de prontidão para livrar da cadeia os bucaneiros do erário público.

Em março de 2014 começou uma nova guerra atômica contra a corrupção sob o comando do general Sérgio Moro com um Estado-Maior integrado pelo que havia de melhor no MPF, PF e Receita Federal e mesmo assim, as bombas atômicas das delações premiadas não conseguiam atingir as altas esferas da ORCRIM levando o lado decente desta nação a uma descrença que nos conduzia à condição de uma republiqueta bananeira.

Nesta terça-feira já agitada pelas traquinagens de Joesley Batista, uma bomba de hidrogênio foi detonada contra as roubalheiras do PT, acionada por um petista da gema, crème de la créme na hierarquia da ORCRIM. De tão poderosa, a bomba de hidrogênio está acima da atômica e é considerada como um artefato termonuclear. A mais modesta BH tem uma potência de destruição mil vezes maior do que uma BA.

Digamos que a BH detonada por Antonio Palocci seja igual em devastação a de Kim Jong-un, ou fazendo uma comparação nacional, a bomba do Italiano é mil vezes mais potente do que a BA lançada por Roberto Jefferson. Palocci detonou-a sabendo de todas as consequências e ainda disse que seu depoimento era apenas o capítulo de um livro sobre a corrupção nacional. O livro que Palocci se refere deve ser como a “chuva ácida e negra” que caiu sobre Hiroshima. A ORCRIM que se prepare para os efeitos da pós-explosão de sua denúncia que sequer ainda é considerada uma delação premiada.

 

Autor: Rogério Mendelski

Postada em: 12/09/2017

 

 

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